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| Duas coisas para fazer: escrever e trabalhar. Brinco com as pessoas que sou alguém “quatro em um”: sou estudante, psicóloga, pesquisadora e escritora. De todas essas partes a escrita faz parte. Escrevemos para tudo: para dizer algo a alguém, para relatarmos algo que descobrimos, para jogar para fora algo que sentimos... entre tantos outros bons exemplos. E escrever, sendo parte importante do trabalho de muita gente, e uma exigência complicada desse trabalho, acaba se tornando um martírio para muitos: se não é possível escrever direito, é melhor nem gostar de fazer isso. E como fazer quando se gosta? Bom, no meu caso, escrever é uma paixão, uma necessidade... um martírio, em alguns momentos. É o que gosto de fazer, mas também é o que quero fazer e o que não posso, e sendo esse último – o que eu não posso – eu fico chateada. Oxalá eu pudesse passar horas e horas escrevendo. Enquanto eu escrevia Realeza, tomei a liberdade de fazê-lo em alguns momentos, e vi que era bom, particularmente nos dias em que eu sentia necessidade de escrever. Claro, não era sempre – nem que eu podia, nem que eu precisava fazer isso – mas quando eu tinha vontade e possibilidade de ficar horas e mais horas escrevendo, eu ficava. E eram vinte, até trinta páginas escritas nesses dias. Eu reclamava? Nada: ficava triste por não poder escrever mais. Não é a toa que a história ficou tão grande hihihi. Escrever faz parte de nossas vidas. Escrever faz parte da minha mais do que da de muitos outros. Espero um dia poder dizer a todos que é o que eu faço para sobreviver. Sonhar não custa, não é? [12092011] | ||||||
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EUqueDISSE 2014 |
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